Esta sopa é rápida de fazer, mesmo muito rápida, e tem tantas vitaminas, hidratos q.b. e proteínas que pode perfeitamente servir de refeição principal (acompanhada, por exemplo, de torradas barradas com azeite e manjericão... hmmm).
Fica a receita (para 4 pessoas):
6 tomates grandes, dos melhores que encontrarem
1 cebola
3 dentes de alho
coentros
chouriço, bacon ou chouriço vegetariano picado (opcional)
4 ovos
aletria (3 meadas)
Água
sal e pimenta q.b.
Faz-se um refogado com a cebola e os alhos. Junta-se o tomate aos cubos (quem quiser pode juntar nesta fase também chouriço, bacon ou chouriço vegetariano picado).
Deixa-se cozinhar com a panela tapada por cerca de 10 minutos. Junta-se água a ferver e a aletria. Quando a aletria cozer (+ ou - 5 minutos) juntam-se os ovos batidos, mexe-se para os ovos ficarem aos farrapos. Junta-se sal, pimenta q.b. e, quando servirem, juntem coentros frescos acabados de picar. Uma delícia.
4/24/2013
4/21/2013
Esparguete à Bolonhesa
Esta receita dá para fazer do modo normal, com carne, ou então de soja.
Cá em casa é sempre sucesso garantido.
Para 4 pessoas:
500gr de carne de picada (ou soja granulada, já demolhada)
6 tomates
1 cebola
2 dentes de alho
2 cenouras
Azeite
Oregãos
Parmesão
Esparguete
Faz-se um refogado com o azeite, cebola, alho picado e os tomates aos cubos. Deixa-se apurar por cerca de 10 minutos (com a panela tapada) e junta-se a carne ou a soja, com as cenouras às rodelas. Eu gosto de juntar um chouriço (pode ser de carne ou de soja) picado, para dar mais sabor.
Fica a cozinhar em lume brando por cerca de meia hora a quarenta minutos, junta-se o sal e a pimenta (se juntarmos no fim é sempre preciso menos) e oregãos a gosto.
Deita-se este preparado por cima do esparguete, com queijo ralado e já está.
Easy made comfort food.
Cá em casa é sempre sucesso garantido.
Para 4 pessoas:
500gr de carne de picada (ou soja granulada, já demolhada)
6 tomates
1 cebola
2 dentes de alho
2 cenouras
Azeite
Oregãos
Parmesão
Esparguete
Faz-se um refogado com o azeite, cebola, alho picado e os tomates aos cubos. Deixa-se apurar por cerca de 10 minutos (com a panela tapada) e junta-se a carne ou a soja, com as cenouras às rodelas. Eu gosto de juntar um chouriço (pode ser de carne ou de soja) picado, para dar mais sabor.
Fica a cozinhar em lume brando por cerca de meia hora a quarenta minutos, junta-se o sal e a pimenta (se juntarmos no fim é sempre preciso menos) e oregãos a gosto.
Deita-se este preparado por cima do esparguete, com queijo ralado e já está.
Easy made comfort food.
Etiquetas:
Eat,
Pastas,
Vegetariano
4/17/2013
Tofu com feijão preto e gengibre acompanhado de arroz de coco
Com vontade de experimentar um prato fresco e reconfortante? Esta receita é facílima e é diferente. Para quem acha que o tofu é uma chatice, tem aqui a prova que até é dos alimentos mais versáteis e que se adaptam a qualquer tipo de receita.
Do que precisam (para 4 pessoas):
1 cebola média, picada
2 dentes de alho
1 colher de sopa de gengibre picado
1 colher de sopa de sementes de mostarda
1 colher de sopa de pó de caril
1 colher de chá de curcuma
1 colher de chá de cominhos em pó
250gr de tofu
1 couve coração de boi pequena
1 lata das maiores (800gr) de feijão preto
Para o arroz:
2 chávenas de arroz
4 chávenas de água
4 colheres de sopa de coco ralado
1- Faz-se um refogado com azeite ou ghee, a cebola, o alho picado e as especiarias.
2- Quando as sementes de mostarda começarem a crepitar e tudo cheirar maravilhosamente bem, deita-se a couve, às tirinhas, e um pouco de água. Tapa-se a panela e fica a cozinhar por cerca de 15 minutos.
3- Quando a couve está macia deita-se o tofu, aos quadradinhos, e o feijão. Deixa-se cozinhar mais um pouco, para apurar, retificam-se os temperos (sal etc) e está pronto. É fácil ou não?
Arroz de coco:
Frita-se o arroz por um minuto em azeite, ou ghee, com uma pitada de sal. Quando estiver brilhante junta-se a água e deixa-se cozer.
Depois de pronto salteia-se num pouco de gordura (azeite ou ghee, para variar) com o coco ralado. Quem gostar pode juntar um pouco de coentros.
Bom apetite minha gente!
Do que precisam (para 4 pessoas):
1 cebola média, picada
2 dentes de alho
1 colher de sopa de gengibre picado
1 colher de sopa de sementes de mostarda
1 colher de sopa de pó de caril
1 colher de chá de curcuma
1 colher de chá de cominhos em pó
250gr de tofu
1 couve coração de boi pequena
1 lata das maiores (800gr) de feijão preto
Para o arroz:
2 chávenas de arroz
4 chávenas de água
4 colheres de sopa de coco ralado
1- Faz-se um refogado com azeite ou ghee, a cebola, o alho picado e as especiarias.
2- Quando as sementes de mostarda começarem a crepitar e tudo cheirar maravilhosamente bem, deita-se a couve, às tirinhas, e um pouco de água. Tapa-se a panela e fica a cozinhar por cerca de 15 minutos.
3- Quando a couve está macia deita-se o tofu, aos quadradinhos, e o feijão. Deixa-se cozinhar mais um pouco, para apurar, retificam-se os temperos (sal etc) e está pronto. É fácil ou não?
Arroz de coco:
Frita-se o arroz por um minuto em azeite, ou ghee, com uma pitada de sal. Quando estiver brilhante junta-se a água e deixa-se cozer.
Depois de pronto salteia-se num pouco de gordura (azeite ou ghee, para variar) com o coco ralado. Quem gostar pode juntar um pouco de coentros.
Bom apetite minha gente!
Etiquetas:
Eat
4/12/2013
Lúcia Lima
Foi na semana passada que encontrei folhas secas de chá Lúcia Lima à venda.
Há quem lhe chame Limonete ou, no Algarve, Bela Luísa.
Lúcia, Limonete ou Luísa, este chá está destinado aos 'Ls', L de lavagem, de luz, de limão.
Sabe tão bem e é tão fresco!
E é melhor ainda porque me transporta à infância, à casa da minha outra avó, em Cantanhede, onde nunca, mas nunca, faltava um frasco de vidro cheio destas folhas, apanhadas lá tão perto.
É o meu chá preferido.
Há quem lhe chame Limonete ou, no Algarve, Bela Luísa.
Lúcia, Limonete ou Luísa, este chá está destinado aos 'Ls', L de lavagem, de luz, de limão.
Sabe tão bem e é tão fresco!
E é melhor ainda porque me transporta à infância, à casa da minha outra avó, em Cantanhede, onde nunca, mas nunca, faltava um frasco de vidro cheio destas folhas, apanhadas lá tão perto.
É o meu chá preferido.
4/08/2013
Tofu à italiana com quinoa
Esta receita é simples. Tão simples que vive dos ingredientes e da qualidade dos mesmos.
É um salteado que pede a frescura e o sabor natural dos vegetais, aliados a um bom azeite.
Acompanha com quinoa que é um grão oriundo do Peru, Chile e Colômbia e que, à semelhança do arroz ou da massa, se coze em água a ferver.
A quinoa era o alimento de eleição dos Incas e dos Aztecas e tem mais proteínas que qualquer outro cereal (contém todos os aminoácidos essenciais). Por isso mesmo é especialmente indicada para dietas vegetarianas e também para a alimentação de bebés e crianças. Nós não passamos sem ela, especialmente a Bel que a adora.
A receita (para 4 pessoas)
1 cebola
3 tomates (dos melhores que encontrarem)
Algumas folhas de manjericão
250gr de tofu
Azeite
Sal e pimenta q.b.
2 chávenas de quinoa
Para o tofu
Deita-se o azeite numa frigideira quente com a cebola cortada às tiras.
Quando a cebola estiver translúcida juntam-se os tomates, aos cubos, e o tofu.
Salteia-se durante o tempo suficiente para estar cozinhado, mas não demais. Não queremos perder as vitaminas.
No fim retificam-se os temperos, juntam-se as folhas de manjericão cortadas grosseiramente e pode deitar-se mais um fio de azeite em cru.
A quinoa:
A quinoa coze-se no dobro da sua quantidade em água. Para 2 chávenas se quinoa são 4 chávenas de água. Eu não lavo a quinoa antes de cozer porque li que a lavagem faz com que perca propriedades.
Há também quem a torre levemente antes de cozinhar, o gosto fica bom mas não sei até que ponto não faz também com que perca os nutrientes.
Demora entre 8 a 12 minutos a cozer.
Bom apetite!
É um salteado que pede a frescura e o sabor natural dos vegetais, aliados a um bom azeite.
Acompanha com quinoa que é um grão oriundo do Peru, Chile e Colômbia e que, à semelhança do arroz ou da massa, se coze em água a ferver.
A quinoa era o alimento de eleição dos Incas e dos Aztecas e tem mais proteínas que qualquer outro cereal (contém todos os aminoácidos essenciais). Por isso mesmo é especialmente indicada para dietas vegetarianas e também para a alimentação de bebés e crianças. Nós não passamos sem ela, especialmente a Bel que a adora.
A receita (para 4 pessoas)
1 cebola
3 tomates (dos melhores que encontrarem)
Algumas folhas de manjericão
250gr de tofu
Azeite
Sal e pimenta q.b.
2 chávenas de quinoa
Para o tofu
Deita-se o azeite numa frigideira quente com a cebola cortada às tiras.
Quando a cebola estiver translúcida juntam-se os tomates, aos cubos, e o tofu.
Salteia-se durante o tempo suficiente para estar cozinhado, mas não demais. Não queremos perder as vitaminas.
No fim retificam-se os temperos, juntam-se as folhas de manjericão cortadas grosseiramente e pode deitar-se mais um fio de azeite em cru.
A quinoa:
A quinoa coze-se no dobro da sua quantidade em água. Para 2 chávenas se quinoa são 4 chávenas de água. Eu não lavo a quinoa antes de cozer porque li que a lavagem faz com que perca propriedades.
Há também quem a torre levemente antes de cozinhar, o gosto fica bom mas não sei até que ponto não faz também com que perca os nutrientes.
Demora entre 8 a 12 minutos a cozer.
Bom apetite!
3/26/2013
Iogurtes caseiros (ou a arte de acordar para a vida)
Há dias, a prendada Cristina ofereceu-nos meia dúzia de iogurtes caseiros que me fizeram repensar o porquê de comprar iogurtes em supermercados.
Andei a ler sobre iogurteiras e gastam em média 5 cêntimos de electricidade por cada leva de iogurtes (a maioria faz 7 de uma vez). Para fazer esta quantidade de iogurtes basta 1 lt de leite gordo (há a 70 cêntimos), o que faz com que 7 iogurtes feitos em casa, de acordo com os NOSSOS padrões de qualidade, fiquem por 75 cêntimos.
Ora, pensem comigo: os iogurtes que compro para a Bel custam em média 2,50 por 4 unidades (63 cêntimos cada um), sendo que os caseiros saiem a 0.09 cêntimos.
Ou seja, se a Bel comer um iogurte do supermercado por dia sai-me a 229,95 por ano. Se a Bel comer um iogurte caseiro por dia sai-me a 34,21 por ano. A diferença dá, não só para comprar a iogurteira, como para fazer iogurtes 'à borla' durante pelo menos 4 anos.
I SAW THE LIGHT! Vou a correr comprar uma iogurteira e volto já.
Andei a ler sobre iogurteiras e gastam em média 5 cêntimos de electricidade por cada leva de iogurtes (a maioria faz 7 de uma vez). Para fazer esta quantidade de iogurtes basta 1 lt de leite gordo (há a 70 cêntimos), o que faz com que 7 iogurtes feitos em casa, de acordo com os NOSSOS padrões de qualidade, fiquem por 75 cêntimos.
Ora, pensem comigo: os iogurtes que compro para a Bel custam em média 2,50 por 4 unidades (63 cêntimos cada um), sendo que os caseiros saiem a 0.09 cêntimos.
Ou seja, se a Bel comer um iogurte do supermercado por dia sai-me a 229,95 por ano. Se a Bel comer um iogurte caseiro por dia sai-me a 34,21 por ano. A diferença dá, não só para comprar a iogurteira, como para fazer iogurtes 'à borla' durante pelo menos 4 anos.
I SAW THE LIGHT! Vou a correr comprar uma iogurteira e volto já.
3/25/2013
Gyoza de camarão com sopa de miso e vegetais
Esta é uma receita batoteira, comprei as gyozas já feitas num supermercado japonês mas são tão boas que tinha de partilhar.
Basta cozer a vapor, se tiverem estes cestos de bambu melhor. Caso não tenham também podem ser cozidos em água a ferver. Molhar em molho de soja com umas gotinhas de vinagre de sushi e já está.
Acompanhámos com uma sopa de miso com vegetais:
1- Saltear vegetais a gosto com gengibre picado
2- Juntar água a ferver e uma colher de sopa de miso em pasta por cada tigela de sopa
3- Retificar temperos (Sal, pimenta, etc)
4- Não há 4. Está feita!
Aventurem-se nos supermercados asiáticos. São às centenas pelo nosso país e têm sempre surpresas maravilhosas. As gyozas vêm congeladas. Não compraria as de carne por razões óbvias, mas estas de camarão são mesmo de comer e chorar por mais.
Bom apetite!
Basta cozer a vapor, se tiverem estes cestos de bambu melhor. Caso não tenham também podem ser cozidos em água a ferver. Molhar em molho de soja com umas gotinhas de vinagre de sushi e já está.
Acompanhámos com uma sopa de miso com vegetais:
1- Saltear vegetais a gosto com gengibre picado
2- Juntar água a ferver e uma colher de sopa de miso em pasta por cada tigela de sopa
3- Retificar temperos (Sal, pimenta, etc)
4- Não há 4. Está feita!
Aventurem-se nos supermercados asiáticos. São às centenas pelo nosso país e têm sempre surpresas maravilhosas. As gyozas vêm congeladas. Não compraria as de carne por razões óbvias, mas estas de camarão são mesmo de comer e chorar por mais.
Bom apetite!
3/23/2013
Bread Pudding
Quando a avó Bela e os irmãos ficaram orfãos dos dois pais foram levados para um orfanato em Moçambique. A avó teria uns cinco anos. De uma vida relativamente confortável passaram a andar descalços e rotos, sob a supervisão das freiras mais que frustradas que descarregavam nas crianças as suas vidas mal resolvidas. Mas nem tudo foi mau. Uns tempos depois o advogado do seu pai foi resgatar estes irmãos, e acabaram por ser criados por ele e pela sua mulher, a quem chamavam 'Aunty Rita' (talvez venha daqui a tradição das Ritas na família). Graças a este casal puderam prosseguir os estudos e a minha avó frequentou um colégio inglês que adorou e toda a vida, sempre que podia, falava inglês connosco, fazia os doces típicos no natal e, praticamente todos os domingos, fazia esta receita que aqui partilho: Bread Pudding.
É muito fácil de fazer.
Do que precisam (estas quantidades são para fazer num tabuleiro dos grandes de ir ao forno, dará para umas 12 pessoas... que não comam muito):
3 colheres de chá de manteiga amolecida
18 fatias de pão (pode ser pão de forma, quanto mais fofinho melhor)
Uma chávena de passas
1 1/2 colher de sopa de noz moscada, ralada
6 colheres de sopa de açucar
Para o custard:
6 ovos
3 colheres de sopa de açucar
1 pitada de sal
1 1/2 de chá de essência de baunilha
3 chávenas de leite
1- Unta-se o tabuleiro no fundo e nos lados com a manteiga amolecida;
2- Barram-se as fatias de pão com manteiga, dos dois lados
3- Tapa-se o fundo com uma camada (6 fatias) de fatias de pão; espalham-se passas, uma pitada de noz moscada, e polvilha-se com açucar.
4- Põe-se a 2a camada de pão e repete-se o procedimento.
5- Tapa-se com a última camada de pão, reserva-se e faz-se o custard:
Para o custard:
1- Batem-se bem os ovos, inteiros.
2- Aqueçe-se o leite com açucar e a essência de baunilha.
3- Junta-se os ovos batidos quando o leite estiver morno e mexe-se bem, até que os ingredientes estejam misturados.
4- Espalha-se uniformemente a mistura de leite e ovos em cima do pão e vai ao forno, a 170º / 190º, até estar douradinho (é daquelas sobremesas que se vai espreitando, sem ter um tempo certo).
Enjoy it!
É muito fácil de fazer.
Do que precisam (estas quantidades são para fazer num tabuleiro dos grandes de ir ao forno, dará para umas 12 pessoas... que não comam muito):
3 colheres de chá de manteiga amolecida
18 fatias de pão (pode ser pão de forma, quanto mais fofinho melhor)
Uma chávena de passas
1 1/2 colher de sopa de noz moscada, ralada
6 colheres de sopa de açucar
Para o custard:
6 ovos
3 colheres de sopa de açucar
1 pitada de sal
1 1/2 de chá de essência de baunilha
3 chávenas de leite
1- Unta-se o tabuleiro no fundo e nos lados com a manteiga amolecida;
2- Barram-se as fatias de pão com manteiga, dos dois lados
3- Tapa-se o fundo com uma camada (6 fatias) de fatias de pão; espalham-se passas, uma pitada de noz moscada, e polvilha-se com açucar.
4- Põe-se a 2a camada de pão e repete-se o procedimento.
5- Tapa-se com a última camada de pão, reserva-se e faz-se o custard:
Para o custard:
1- Batem-se bem os ovos, inteiros.
2- Aqueçe-se o leite com açucar e a essência de baunilha.
3- Junta-se os ovos batidos quando o leite estiver morno e mexe-se bem, até que os ingredientes estejam misturados.
4- Espalha-se uniformemente a mistura de leite e ovos em cima do pão e vai ao forno, a 170º / 190º, até estar douradinho (é daquelas sobremesas que se vai espreitando, sem ter um tempo certo).
Enjoy it!
3/05/2013
Scotch bonnet... conheces?
Queria apresentar-vos o Scotch Bonnet, este bonito pimentinho vermelho, docinho e suave que fica excelente em saladas, cru ou com molho, às tiras ou inteiro...
Esperem. Não acreditem em tudo o que digo nem vão já a correr comprá-lo.
Este 'pimentinho' é, na verdade, dos pimentos mais picantes do mundo e não aconselharia comê-lo picado, com sementes, quanto mais em saladas, às tiras ou com molho :)
O scotch bonnet (ou bonney peppers) encontra-se sobretudo nas Caraíbas e tem um índice de, como chamar-lhe.. picantilidade... que supera quase todos os demais da sua espécie.
Caso não saibam, existe mesmo uma escala para medir o quão picantes são determinados alimentos. É a escala de Scoville. Enquanto, por exemplo, os jalapeños têm um índice de 'picantilidade' de 2,500 a 8,000 unidades de Scoville, os scotch bonnet podem variar entre 100,000 a 350,000. Conseguem imaginar? Eu consigo. Por experiência própria. E sobrevivi para vos contar a história.
Podem encontrá-los frescos nos mercados de rua, na secção de frutas e legumes exóticos das grandes superfícies ou então já em molho, que é uma delícia.
Deixo uma foto do molho de scotch bonnet que comprámos há dias no jumbo. Gosto especialmente da advertência no verso do frasco :-)
Espero que provem! Drop by drop.
Esperem. Não acreditem em tudo o que digo nem vão já a correr comprá-lo.
Este 'pimentinho' é, na verdade, dos pimentos mais picantes do mundo e não aconselharia comê-lo picado, com sementes, quanto mais em saladas, às tiras ou com molho :)
O scotch bonnet (ou bonney peppers) encontra-se sobretudo nas Caraíbas e tem um índice de, como chamar-lhe.. picantilidade... que supera quase todos os demais da sua espécie.
Caso não saibam, existe mesmo uma escala para medir o quão picantes são determinados alimentos. É a escala de Scoville. Enquanto, por exemplo, os jalapeños têm um índice de 'picantilidade' de 2,500 a 8,000 unidades de Scoville, os scotch bonnet podem variar entre 100,000 a 350,000. Conseguem imaginar? Eu consigo. Por experiência própria. E sobrevivi para vos contar a história.
Podem encontrá-los frescos nos mercados de rua, na secção de frutas e legumes exóticos das grandes superfícies ou então já em molho, que é uma delícia.
Deixo uma foto do molho de scotch bonnet que comprámos há dias no jumbo. Gosto especialmente da advertência no verso do frasco :-)
Espero que provem! Drop by drop.
3/01/2013
Creme de espinafres com aipo
Sabem aqueles truques que usamos desde pequenos para combater as nossas maleitas?
Cada um tem o(s) seu(s) e defende-o(s) até à morte, como comer chocolate até mais não em caso de desgosto amoroso ou beber chá de limão em situação gripal.
Seja qual for o segredo a verdade é que resultam. E eu... também tenho o meu.
É um creme de espinafres com aipo que a minha avó fazia tantas vezes e que só parávamos de comer quando já não havia mais.
Esta sopa acorda em mim uma memória evocativa da infância que desperta um bem-estar quase instantâneo, involuntário e automático.
Levanta-me a moral, o ânimo e os níveis de energia. E esta afirmação é de tal forma verdadeira que, se pudesse, encapsulava esta sopa e tomava 3 vezes por dia, 'just in case'.
Fica a receita (para + ou - 5 pessoas).
1 molho grande de espinafres (cerca de 700gr)
2 cenuras
1 batata (só uma batata hun? maravilhaaaaaa)
1 nabo
4 talos de aipo
1 cebola
2 dentes de alho
Água a ferver
Sal q.b.
Nada mais simples:
♥ 1-Lava-se os legumes, descasca-se o que for de descascar, corta-se tudo em pedaços pequenos e coze-se em água a ferver por cerca de 15 minutos.
♥ 2-Antes de passarem com a varinha ou no liquidificador certifiquem-se que não tem água a mais. É melhor juntar depois, se for preciso, do que ficar com uma sopa aguada (queremos um creme, não um caldo). Tritura-se e, depois de tudo triturado e a sopa parecer veludo, põe-se sal a gosto e relaxa-se enquanto se come.
Cada um tem o(s) seu(s) e defende-o(s) até à morte, como comer chocolate até mais não em caso de desgosto amoroso ou beber chá de limão em situação gripal.
Seja qual for o segredo a verdade é que resultam. E eu... também tenho o meu.
É um creme de espinafres com aipo que a minha avó fazia tantas vezes e que só parávamos de comer quando já não havia mais.
Esta sopa acorda em mim uma memória evocativa da infância que desperta um bem-estar quase instantâneo, involuntário e automático.
Levanta-me a moral, o ânimo e os níveis de energia. E esta afirmação é de tal forma verdadeira que, se pudesse, encapsulava esta sopa e tomava 3 vezes por dia, 'just in case'.
Fica a receita (para + ou - 5 pessoas).
1 molho grande de espinafres (cerca de 700gr)
2 cenuras
1 batata (só uma batata hun? maravilhaaaaaa)
1 nabo
4 talos de aipo
1 cebola
2 dentes de alho
Água a ferver
Sal q.b.
Nada mais simples:
♥ 1-Lava-se os legumes, descasca-se o que for de descascar, corta-se tudo em pedaços pequenos e coze-se em água a ferver por cerca de 15 minutos.
♥ 2-Antes de passarem com a varinha ou no liquidificador certifiquem-se que não tem água a mais. É melhor juntar depois, se for preciso, do que ficar com uma sopa aguada (queremos um creme, não um caldo). Tritura-se e, depois de tudo triturado e a sopa parecer veludo, põe-se sal a gosto e relaxa-se enquanto se come.
Etiquetas:
cochichos,
Eat,
Sopa,
Vegetariano
2/23/2013
Coisas do arco-da-velha parte II
Couve Romanesca
Não sei se algum de vocês já se deparou com esta maravilha da natureza, chama-se couve romanesca e cruzou-se no meu caminho há uns tempos, no mercado bio que há perto da nossa casa, todos os Sábados.
Pois bem, esta couve é tal e qual o que eu imaginava que seria o produto do cruzamento entre uma couve-flor e um bróculo, se tal fosse possível. Ou então se Gaudi quisesse fazer aquelas reproduções alimentares em louça, típicas do Bordalo Pinheiro, talvez o resultado também fosse semelhante.
Divagações à parte, esta couve tem tanto de bonito como de apetecível e, embora um pouco mais cara que as demais companheiras de espécie, ela gritava 'compraaaaaaaaaaaaaaaa-me' (como a chanel preta à menina do blog) e lá comprei.
Cozida com um fio de azeite. É boa que se farta. E até a Bel gostou.
2/20/2013
Bolo de Fruta Fresca
Este bolo é a imagem de marca da minha mãe. Fá-lo praticamente todos os meses e nós.. agradecemos!
É muito simples de fazer e está cheio de fruta fresca, leva nozes, as medidas são simples e faz-se num ápice.
É o bolo perfeito para celebrar as coisas boas da vida. Até porque ele é uma delas :-)
Este bolo é dedicado a todos vocês que aqui vêm espreitar as receitas da avó Bela e da neta dela :-)
Do que precisam:
8 colheres sopa de farinha
8 colheres sopa de açúcar
1 colher de chá de fermento
2 ovos
2 colheres de sopa de água
1 pitada de sal fino
125gr de manteiga derretida (ou ghee)
8 peças de fruta (pequenas) - de preferência peras (sim, agora as 'pêras' já não levam acento circunflexo, pobrezinhas), maçãs e duas bananas
1 chávena de nozes partidas
Como fazer:
Misturam-se os ingredientes todos à exceção da fruta e das nozes
Adiciona-se a fruta partida e as nozes
Deita-se numa forma untada com manteiga e farinha ou forrada com papel vegetal
Coze-se em forno a 180º (30 a 40 minutos) e está pronto. É delicioso e fica ainda mais se comerem ainda morninho!
É muito simples de fazer e está cheio de fruta fresca, leva nozes, as medidas são simples e faz-se num ápice.
É o bolo perfeito para celebrar as coisas boas da vida. Até porque ele é uma delas :-)
Este bolo é dedicado a todos vocês que aqui vêm espreitar as receitas da avó Bela e da neta dela :-)
Do que precisam:
8 colheres sopa de farinha
8 colheres sopa de açúcar
1 colher de chá de fermento
2 ovos
2 colheres de sopa de água
1 pitada de sal fino
125gr de manteiga derretida (ou ghee)
8 peças de fruta (pequenas) - de preferência peras (sim, agora as 'pêras' já não levam acento circunflexo, pobrezinhas), maçãs e duas bananas
1 chávena de nozes partidas
Como fazer:
Misturam-se os ingredientes todos à exceção da fruta e das nozes
Adiciona-se a fruta partida e as nozes
Deita-se numa forma untada com manteiga e farinha ou forrada com papel vegetal
Coze-se em forno a 180º (30 a 40 minutos) e está pronto. É delicioso e fica ainda mais se comerem ainda morninho!
2/18/2013
Sopa spicy de batata doce e coco
Esta sopa....
É boa que se farta e vem contrariar a ideia de que uma sopa é uma coisa chata de quem não tem tempo nem vontade de comer algo de que se vá lembrar depois.
Esta sopa fica no paladar, na memória e, com sorte, no coração também.
Diria que nasceu algures entre a Indonésia e a Malásia numa época em que, para além das especiarias tradicionais, não havia muito mais alimento.
Do que precisam
1 colher de sopa de gengibre ralado
1 cebola
2 dentes de alho
1 lata de leite de coco
400ml de água a ferver
500gr batata doce
Sumo e raspas de uma lima
Piri-piri
Sal e pimenta q.b.
♥ 1- Frita-se o gengibre, o alho e a cebola, tudo bem picadinho, até ficar transparente
♥ 2- Junta-se as batatas cortadas aos cubos e, após cerca de 5 minutos, deita-se a lata de leite de coco e a água a ferver, e deixa-se em lume brando até as batatas estarem cozidas.
♥ 3- Passa-se tudo com a varinha, ou num liquidificador. Deita-se o sumo e as raspas da lima, retificam-se os temperos e...
Come-se de olhos fechados.
Bom apetite!!!
É boa que se farta e vem contrariar a ideia de que uma sopa é uma coisa chata de quem não tem tempo nem vontade de comer algo de que se vá lembrar depois.
Esta sopa fica no paladar, na memória e, com sorte, no coração também.
Diria que nasceu algures entre a Indonésia e a Malásia numa época em que, para além das especiarias tradicionais, não havia muito mais alimento.
Do que precisam
1 colher de sopa de gengibre ralado
1 cebola
2 dentes de alho
1 lata de leite de coco
400ml de água a ferver
500gr batata doce
Sumo e raspas de uma lima
Piri-piri
Sal e pimenta q.b.
♥ 1- Frita-se o gengibre, o alho e a cebola, tudo bem picadinho, até ficar transparente
♥ 2- Junta-se as batatas cortadas aos cubos e, após cerca de 5 minutos, deita-se a lata de leite de coco e a água a ferver, e deixa-se em lume brando até as batatas estarem cozidas.
♥ 3- Passa-se tudo com a varinha, ou num liquidificador. Deita-se o sumo e as raspas da lima, retificam-se os temperos e...
Come-se de olhos fechados.
Bom apetite!!!
Etiquetas:
cochichos,
Eat,
Sopa,
Vegetariano
2/17/2013
Salada de maçã e camarão
Ontem foi um dia de loucos, depois de uma noite ainda mais louca e passada às claras por causa daquele dente-molar-sem-piedade que nunca mais nasce e deixa a Bel (e a mãe da Bel) completamente atordoada.
Passa-se então um dia inteiro em 'modo automático', onde em vez de haver Sábado há trabalho, e chego à noite com fome mas sem vontade de cozinhar, a querer qualquer coisa que tenha tanto de rápido como de nutritivo, tanto de fácil como de saboroso.
Lembro-me que tenho uns camarões no congelador e a ideia cai como se do céu. Salada de camarão com maçã. Simples e reconfortante. Como eu sonhava.
Do que precisam (para duas pessoas)
Alface q.b.
1 maçã
Camarões q.b. (se possível com casca)
Maionese
Molho de soja
Sumo e raspas de meio limão
Como fazer:
♥ 1- Cozem-se os camarões em água a ferver. Demora mais ou menos 2 minutos, até ficarem vermelhinhos (depois descascam-se, caso tenham comprado com casca que são bem mais saborosos).
♥ 2- Corta-se a alface, a maçã aos bocadinhos e temperam-se numa tigela com molho de soja a gosto (em vez de sal), o sumo e as raspas do limão (em vez de vinagre).
♥ 3-Põe-se a salada no prato, os camarões à volta e no centro um pouco de maionese para ir molhando os camarões. Delicious!
Passa-se então um dia inteiro em 'modo automático', onde em vez de haver Sábado há trabalho, e chego à noite com fome mas sem vontade de cozinhar, a querer qualquer coisa que tenha tanto de rápido como de nutritivo, tanto de fácil como de saboroso.
Lembro-me que tenho uns camarões no congelador e a ideia cai como se do céu. Salada de camarão com maçã. Simples e reconfortante. Como eu sonhava.
Do que precisam (para duas pessoas)
Alface q.b.
1 maçã
Camarões q.b. (se possível com casca)
Maionese
Molho de soja
Sumo e raspas de meio limão
Como fazer:
♥ 1- Cozem-se os camarões em água a ferver. Demora mais ou menos 2 minutos, até ficarem vermelhinhos (depois descascam-se, caso tenham comprado com casca que são bem mais saborosos).
♥ 2- Corta-se a alface, a maçã aos bocadinhos e temperam-se numa tigela com molho de soja a gosto (em vez de sal), o sumo e as raspas do limão (em vez de vinagre).
♥ 3-Põe-se a salada no prato, os camarões à volta e no centro um pouco de maionese para ir molhando os camarões. Delicious!
2/13/2013
Coisas do arco-da-velha
Gostamos de inovação, de experimentar coisas novas, de ver combinações nunca vistas.
Não temos medo de criar, de provar, de não gostar.
A criatividade move-nos e o inesperado inspira. Sempre.
Ou... quase sempre!
Não temos medo de criar, de provar, de não gostar.
A criatividade move-nos e o inesperado inspira. Sempre.
Ou... quase sempre!
2/10/2013
Húmus
Húmus
Este foi o primeiro dip que fiz na vida, e gosto tanto dele que nunca me canso. Também é muito fácil de fazer e está carregadinho de proteínas. É baixo em gordura, muito nutritivo e saboroso também. Em Lisboa encontra-se bastante nos restaurantes israelitas (tipo shoarma), em Inglaterra havia em todo o lado e com variedades infindas, por exemplo húmus com alho assado ou tomate seco. Uma delícia. Na inauguração desta mercearia provei uma variedade com coentros. Estava de cair para o lado.
A receita que vos deixo hoje é a de húmus básico. Para mim é das melhores. Do mundo. :-)
Do que precisam
300g de grão, cozido e escorrido
2 dentes de alho bem triturados (podem usar alho em pó, se preferirem)
1 colher de Sopa de Azeite
1 colher de sopa de Tahine (Também conhecido por pasta de gergelim / por pasta de sésamo encontra-se facilmente em ervanárias ou em grandes superfícies)
Sumo de limão a gosto
Tritura-se tudo no liquidificador até ficar um puré. Se necessário juntem um pouco de água para misturar melhor mas não abusem (queremos um puré, não uma sopa). E está pronto!!! Bom apetite.
E assim fechamos a semana oficial do dip.
Espero que vos tenha sabido muuuito bem!
Este foi o primeiro dip que fiz na vida, e gosto tanto dele que nunca me canso. Também é muito fácil de fazer e está carregadinho de proteínas. É baixo em gordura, muito nutritivo e saboroso também. Em Lisboa encontra-se bastante nos restaurantes israelitas (tipo shoarma), em Inglaterra havia em todo o lado e com variedades infindas, por exemplo húmus com alho assado ou tomate seco. Uma delícia. Na inauguração desta mercearia provei uma variedade com coentros. Estava de cair para o lado.
A receita que vos deixo hoje é a de húmus básico. Para mim é das melhores. Do mundo. :-)
Do que precisam
300g de grão, cozido e escorrido
2 dentes de alho bem triturados (podem usar alho em pó, se preferirem)
1 colher de Sopa de Azeite
1 colher de sopa de Tahine (Também conhecido por pasta de gergelim / por pasta de sésamo encontra-se facilmente em ervanárias ou em grandes superfícies)
Sumo de limão a gosto
Tritura-se tudo no liquidificador até ficar um puré. Se necessário juntem um pouco de água para misturar melhor mas não abusem (queremos um puré, não uma sopa). E está pronto!!! Bom apetite.
E assim fechamos a semana oficial do dip.
Espero que vos tenha sabido muuuito bem!
Etiquetas:
Dip,
Eat,
Vegetariano
2/09/2013
Tapenade de azeitonas pretas
Tapenade de azeitonas pretas
É ideal para quem gosta daquele twist mediterrânico à mesa. Fácil, saudável, ultra rápido e baratíssimo. Normalmente esta receita leva anchovas, mas eu passo bem sem esses espécimes.
Do que precisam
Um frasco de azeitonas pretas descaroçadas (200gr)
Um dente de alho
Sal e pimenta a gosto
Sumo de meio limão
Azeite
Oregãos
Como fazer:
♥ 1- No robot de cozinha trituram-se os ingredientes à exceção do azeite até ficar uma espécie de puré (fica sempre mais espesso e com pedaços, o que é bom!)
♥ 2- Retificam-se os temperos, deita-se azeite para ligar tudo e está pronto. Quem gostar também pode juntar oregãos.
Excelente em tostas ou pão integral.
Etiquetas:
Dip,
Eat,
Vegetariano
2/08/2013
Dip de cebola caramelizada (aka Oh My Dip!)
Dip de cebola caramelizada
Confesso que fiz este dip hoje por mero acaso.
Pretendia fazer outro mas, no último momento, reparei que faltava um ingrediente.
Então olhei em volta, vi que tinha umas cebolas, queijo creme, temperos do costume e o resultado foi um dip que é um forte candidato a ser o melhor da semana. Acreditem. E o que leva os ingredientes mais simples e menos dispendiosos também. Foi um sucesso cá em casa, comemos com o pão que fez a nossa amiga Cristina e que também é uma delícia. Já o temos há dois dias e parece que acabou de sair do forno.
Um dia peço-lhe a receita e... Quem sabe não fazemos uma semana do pão caseiro?
Voltando ao dip....
Cebola caramelizada é uma prova mais que perfeita da alquimia dos alimentos.
É uma mudança incrível de sabor, quando se deixa as cebolas cozinharem nos seus açúcares naturais e acabam naquela pasta quase acastanhada e tão docinha que dá bem com quase tudo.
Este dip é muito bom e fácil de fazer, não é preciso nenhum conhecimento culinário por aí além e é uma explosão de sabor e de texturas que só visto (parece um spot publicitário mas bom.. that's how good it is).
Vão por mim, experimentem.
Do que precisam:
2 cebolas
2 colheres de sopa de vinagre balsâmico
2 colheres de chá de açúcar (eu prefiro o amarelo)
Sal q.b.
Pimenta preta (se possível moída na hora)
2 colheres de sopa de maionese
4 colheres de sopa de queijo creme
Como fazer:
♥ 1- Picam-se as cebolas e fritam-se numa frigideira com um pouco de azeite até ficarem translúcidas (5-10 minutos).
♥ 2- Junta-se o açúcar, o vinagre balsâmico, a pimenta e o sal e deixa-se cozinhar em lume brando, mexendo regularmente, por cerca de 20 minutos.
♥ 3- Quando estiver pronto junta-se ao queijo creme (eu uso Philadelphia) e à maionese, mexendo bem. Polvilhei com cebola tostada. Ficou perfeito.
Confesso que fiz este dip hoje por mero acaso.
Pretendia fazer outro mas, no último momento, reparei que faltava um ingrediente.
Então olhei em volta, vi que tinha umas cebolas, queijo creme, temperos do costume e o resultado foi um dip que é um forte candidato a ser o melhor da semana. Acreditem. E o que leva os ingredientes mais simples e menos dispendiosos também. Foi um sucesso cá em casa, comemos com o pão que fez a nossa amiga Cristina e que também é uma delícia. Já o temos há dois dias e parece que acabou de sair do forno.
Um dia peço-lhe a receita e... Quem sabe não fazemos uma semana do pão caseiro?
Voltando ao dip....
Cebola caramelizada é uma prova mais que perfeita da alquimia dos alimentos.
É uma mudança incrível de sabor, quando se deixa as cebolas cozinharem nos seus açúcares naturais e acabam naquela pasta quase acastanhada e tão docinha que dá bem com quase tudo.
Este dip é muito bom e fácil de fazer, não é preciso nenhum conhecimento culinário por aí além e é uma explosão de sabor e de texturas que só visto (parece um spot publicitário mas bom.. that's how good it is).
Vão por mim, experimentem.
Do que precisam:
2 cebolas
2 colheres de sopa de vinagre balsâmico
2 colheres de chá de açúcar (eu prefiro o amarelo)
Sal q.b.
Pimenta preta (se possível moída na hora)
2 colheres de sopa de maionese
4 colheres de sopa de queijo creme
Como fazer:
♥ 1- Picam-se as cebolas e fritam-se numa frigideira com um pouco de azeite até ficarem translúcidas (5-10 minutos).
♥ 2- Junta-se o açúcar, o vinagre balsâmico, a pimenta e o sal e deixa-se cozinhar em lume brando, mexendo regularmente, por cerca de 20 minutos.
♥ 3- Quando estiver pronto junta-se ao queijo creme (eu uso Philadelphia) e à maionese, mexendo bem. Polvilhei com cebola tostada. Ficou perfeito.
Etiquetas:
Dip,
Eat,
Vegetariano
2/07/2013
Dip Cogumelos e Bacon
Cogumelos e bacon
Este dip é uma delícia. É seriamente bom e se gostas de bacon e cogumelos então estás tramado. Uma dose não vai chegar.
Do que precisas
5 fatias de bacon
10 cogumelos
2 dentes de alho
3 colheres de sopa de queijo creme
Salsa
Sal e pimenta q.b.
Como fazer:
♥ 1- Aquece-se uma frigideira e fritam-se as fatias de bacon (não é preciso pôr gordura)
♥ 2- Quando estiverem estaladiças, retiram-se da frigideira e picam-se, juntamente com um pouco de salsa, num robot de cozinha (ou com uma faca, muito fininhas)
♥ 3- Picam-se os cogumelos e o alho (pode ser no robot, bem fininhos) e fritam-se na mesma frigideira onde fritaram o bacon.
♥ 4- Tempera-se com sal e pimenta q.b. e, quando estiverem cozinhados, juntam-se ao bacon e à salsa, ligando tudo com queijo creme (podem usar philadelphia, ricotta, mascarpone, ou até simplesmente um pouco de natas).
Para comer com pão, tostas ou à colherada =)
E está pronto. Ainda aí estão?
Este dip é uma delícia. É seriamente bom e se gostas de bacon e cogumelos então estás tramado. Uma dose não vai chegar.
Do que precisas
5 fatias de bacon
10 cogumelos
2 dentes de alho
3 colheres de sopa de queijo creme
Salsa
Sal e pimenta q.b.
Como fazer:
♥ 1- Aquece-se uma frigideira e fritam-se as fatias de bacon (não é preciso pôr gordura)
♥ 2- Quando estiverem estaladiças, retiram-se da frigideira e picam-se, juntamente com um pouco de salsa, num robot de cozinha (ou com uma faca, muito fininhas)
♥ 3- Picam-se os cogumelos e o alho (pode ser no robot, bem fininhos) e fritam-se na mesma frigideira onde fritaram o bacon.
♥ 4- Tempera-se com sal e pimenta q.b. e, quando estiverem cozinhados, juntam-se ao bacon e à salsa, ligando tudo com queijo creme (podem usar philadelphia, ricotta, mascarpone, ou até simplesmente um pouco de natas).
Para comer com pão, tostas ou à colherada =)
E está pronto. Ainda aí estão?
2/06/2013
Guacamole d'El Dimba
Guacamole d'El Dimba
O Dimba é um grande amigo com o qual partilhámos casa em Inglaterra. Vivemos os 3 juntos (eu, o Alberto e o Dimba) durante mais de um ano. Estava convencida que sabia tudo destes dois rapazes, mas não param de surpreender.
O Dimba, por exemplo, que lá só comia refeições prontas do Sainsbury's, agora é um cozinheiro nato e foi ele quem sugeriu esta receita para o dip número três - 'Guacamole d'El Dimba'.
Fica melhor se cantarem o 'La Cucaracha' enquanto o preparam.
Cá vai:
Do que precisam:
2 Abacates
Sumo de 1 lima
Açúcar (uma pitada)
Alho em pó (a gosto)
Sal (uma pitada)
1 colher chá pimentão
Pimenta preta (uma pitada)
Piri-piri a gosto
♥ 1- Pisam-se os abacates numa taça juntando o sumo da lima, até ficar com uma textura macia tipo puré (eu deixei mesmo uns bocados bem grandes que ficaram muitíssimo bem)
♥ 2- Juntam-se os restantes ingredientes e mexe-se bem, retificam-se os temperos e, como diria o Dimba: 'Bam!'. Está pronto! Acompanha com nachos de trigo simples ou de queijo. Arriba!
O Dimba é um grande amigo com o qual partilhámos casa em Inglaterra. Vivemos os 3 juntos (eu, o Alberto e o Dimba) durante mais de um ano. Estava convencida que sabia tudo destes dois rapazes, mas não param de surpreender.
O Dimba, por exemplo, que lá só comia refeições prontas do Sainsbury's, agora é um cozinheiro nato e foi ele quem sugeriu esta receita para o dip número três - 'Guacamole d'El Dimba'.
Fica melhor se cantarem o 'La Cucaracha' enquanto o preparam.
Cá vai:
Do que precisam:
2 Abacates
Sumo de 1 lima
Açúcar (uma pitada)
Alho em pó (a gosto)
Sal (uma pitada)
1 colher chá pimentão
Pimenta preta (uma pitada)
Piri-piri a gosto
♥ 1- Pisam-se os abacates numa taça juntando o sumo da lima, até ficar com uma textura macia tipo puré (eu deixei mesmo uns bocados bem grandes que ficaram muitíssimo bem)
♥ 2- Juntam-se os restantes ingredientes e mexe-se bem, retificam-se os temperos e, como diria o Dimba: 'Bam!'. Está pronto! Acompanha com nachos de trigo simples ou de queijo. Arriba!
Etiquetas:
Dip,
Eat,
Vegetariano
Subscrever:
Mensagens (Atom)














