O vestido da farda da Bel estava quase a tocar nos calcanhares.
Eu não sei coser.
É que nem tento.
A minha caixa de costura é uma mini carteirinha que comprei um dia numa loja chinesa, só por descargo de consciência, e que contém:
Dois botões horrorosos
Uns fios de linha
Uma agulha torta
Uma tesoura pequenina que não corta nada, coitada, mesmo que quisesse.
Então, vestido com a bainha por fazer + mãe que não sabe coser = nada.
Juntamos à equação uma tia muito querida e que até tem máquina de costura e temos quase tudo.
O que falta? Os folhados de salsicha que a tia adora.
A tia faz as bainhas, a mãe faz os folhados, e ficamos todos contentes :-)
Do que precisam:
Uma embalagem de massa folhada (daquela que vem enroladinha)
Uma lata de salsichas (podem ser vegetarianas)
Uma gema de ovo
Forno pré aquecido a 200º
♥ 1- Estende-se a massa e corta-se em tiras de largura igual à de uma salsicha cortada ao meio.
♥ 2- Enrola-se cada meia salsicha e coloca-se no tabuleiro (a massa vai-se cortando à medida das salsichas)
♥ 3- Depois de dispostos no tabuleiro, pincelam-se com gema de ovo e levam-se ao forno por cerca de 20 minutos (mas vão controlando).
Thanks titi!
2/01/2013
1/30/2013
Comer o pão que o diabo amassou
'Comer o pão que o diabo amassou'.. ás vezes pergunto-me de onde vêm estes ditos.
Quem criou este certamente estava na mesma situação que eu.
Foi às compras num final de tarde e o namorado lembrou-se de comprar farinha para fazer pão caseiro.
Quase de certeza que esse mesmo namorado também pegou fogo ao forno e encheu a cozinha de fumo, por não tirar do forno o que já lá estava antes de pôr o pão a cozer e, quiçá, também o terá deixado por menos tempo que o indicado na embalagem.
Talvez...
Vale a boa intenção de tentar comer o pão que o pai amassou, mas de boas intenções... :-)
Etiquetas:
Eat,
Histórias,
Lanche,
Novas experiências,
Pão
1/20/2013
Chá das 5 para bebés
A minha avó apresentou-me às coisas boas da vida, desde que me lembro.
Fosse a apreciar as flores da rua, a fazer cisnes e outras figuras com miolo de pão velho, a ir ao aquário Vasco da Gama às 5as feiras e ver tudo, sempre, como se fosse a primeira vez.
Nunca a ouvi refilar, maldizer, queixar-se do que quer que fosse ou desejar que a vida corresse de outra maneira.
Ensinar o entusiasmo às crianças, para mim, é meio caminho andado para termos adultos motivados e fascinados com a vida.
E esse entusiasmo pratica-se nas pequenas coisas. A minha avó vivia-o através do embelezamento do mais simples, como dar-me a água num copo com palhinha ou, em dias de mais sorte, num copo enfeitado com aqueles chapelinhos de sol que se punham nos cocktails :-)
Tudo era importante e digno de ser celebrado.
Eu tento seguir o mesmo caminho e fazer a minha filha sentir-se como eu me sentia com pequenos gestos que podem fazer a diferença, como sentá-la à mesa connosco a comer papa de fruta como quem toma chá das 5 com as princesas.
Fosse a apreciar as flores da rua, a fazer cisnes e outras figuras com miolo de pão velho, a ir ao aquário Vasco da Gama às 5as feiras e ver tudo, sempre, como se fosse a primeira vez.
Nunca a ouvi refilar, maldizer, queixar-se do que quer que fosse ou desejar que a vida corresse de outra maneira.
Ensinar o entusiasmo às crianças, para mim, é meio caminho andado para termos adultos motivados e fascinados com a vida.
E esse entusiasmo pratica-se nas pequenas coisas. A minha avó vivia-o através do embelezamento do mais simples, como dar-me a água num copo com palhinha ou, em dias de mais sorte, num copo enfeitado com aqueles chapelinhos de sol que se punham nos cocktails :-)
Tudo era importante e digno de ser celebrado.
Eu tento seguir o mesmo caminho e fazer a minha filha sentir-se como eu me sentia com pequenos gestos que podem fazer a diferença, como sentá-la à mesa connosco a comer papa de fruta como quem toma chá das 5 com as princesas.
| Banana, maçã e amor |
Subscrever:
Mensagens (Atom)