5/24/2014

ai.

Amanhã tenho de viajar e vou passar duas noites sem a minha filha. Duas noites a dormir oito horas seguidas. Pelo menos. Duas noites sem pés na cara, sem sonhos intrometidos, sem àgua às seis da manhã e sem acordar inevitavelmente às 7h30. Não quero.

5/11/2014

Tccchhhhht

Hoje fomos ao parque. Uma mãe assim meio para o histérica comunicava com o seu filho através do som (bem alto por sinal) TCCCCCHHHHHTTTT. O miúdo escorragava e a mãe Tccchhhhht, o miúdo comia areia e a mãe Tccchhhhht, um dedo no nariz, e a mãe Tccchhhhht. A Bel a achar aquilo muito estranho.
Voltámos para casa. Tomámos banho, jantámos, vestimos o pijama, 'ai que já passa das nove Bel, tens de ir para cama'. Bel não vai de modas, olha-me autoritariamente e dá-me um 'Tccchhhhht!'.

Aqui têm um forte e real exemplo da aprendizagem por observação (e seus efeitos de modelagem) defendida por Bandura.

Boa noite minha gente. E Tccchhhhht.


Pessoas, Bandura. 












Bandura, pessoas.

5/01/2014

É muita fruta.

Ontem fomos levá-la à escola e, no caminho de regresso, vimos 4 caixas de fruta vazias em frente à frutaria do nosso bairro, prontas a ir para o lixo.
A nossa filha está a entrar na idade em que adora brincar às casinhas, às mães e aos bebés, com os instintos maternos a despertar dentro dela.

O problema, parte I: Os brinquedos que tem são quase todos legos, puzzles, instrumentos musicais e coisas do género.

O problema, parte II: Jamais pagarei uma dinheirama por cozinhas e camas de plástico feitas sabe deus onde e com que materiais, que daqui a dois ou três anos não vão ter qualquer uso.

A solução:

1:


2 (desenhar o fogão):


3 (cozinhar):

 4 (pôr a mesa):


5 (e deitar os miúdos):



Alia-se a criatividade à sustentabilidade enquanto se brinca e a mãe canta baixinho:

Caixas da fruta ... are a mom's best friend!


4/14/2014

uma festa de anos

Ontem fomos ao primeiro evento social internacional da Bel: a festa de anos mais latino-americana que já vi, mesmo de filme, com direito a piñata no final e tudo. 
E era vê-la, toda cheia de si, super entusiasmada, a observar, a assimilar, a aprender.

Uma festa de anos do mais multicultural onde já estivemos. Eram cerca de dez crianças, de diferentes países (Paraguay, Nicaragua, Marrocos, Irão, Roménia, China, Espanha, Portugal...) todas a brincar na felicidade que é saberem-se iguais, nem mais nem menos que ninguém por causa das suas origens ou da cor das suas peles.

E foi também por estas experiências que viemos =)



3/24/2014

E a horta, como vai?

Esta mini horta vertical ainda está a dar os primeiros passos mas foi das melhores coisas que nos lembrámos de fazer. Lançámos o projecto ao universo e, no dia seguinte, encontrámos ao lado do contentor da reciclagem uma palete de madeira toda pintadinha de verde em excelente estado (o suporte ideal para encher de vasos).


Pegámos numa data de garrafas que estavam prestes a ir para reciclar, cortámos o fundo, fizemos uns furinhos e voilá - habemus vasos!


Depois foi a loucura e a descoberta total. Encher de terra, explicar o que são sementes (a Bel achava que estava a pôr sal na terra, como na comida), regar e deixar ao sol.


 Agora é esperar e ir todos os dias visitar os vasos para ver o que acontece. E não é que aconteceu?

São nabiças. E não há dia que se saia desta casa sem lhes dizer 'tá-tá' primeiro.

3/17/2014

praia.



Ela pediu, nós fomos. Praia, finalmente. Ainda que vestidas, ainda que sem mergulhar, praia é sempre praia. Sol é sempre sol. Ver-lhe os olhos cheios de mar é qualquer coisa que não se explica. Ela é da praia, não tenho dúvida. Fica luz, fica serena, fica maior. Muda. É qualquer coisa que não se explica. Ela pediu, nós fomos. Praia, finalmente. Ainda que vestidas, ainda que sem mergulhar, praia é sempre praia. Sol é sempre sol.


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3/12/2014

Mas onde é que tu andas, Rita?

Eu? Eu ando com tanto trabalho que nem tenho tempo de apertar os sapatos.
Só páro mesmo quando é HB (hora da Bel), aqueles momentos entre as 16h e as 21h em que percebo porque é que faz sentido andar a correr o resto do dia.
É neste intervalo que fazemos tudo a que temos direito: parar, respirar, viver.
E ontem foi um dia mesmo bom.
Descalcei-me, sentei-me na relva e recebi o presente mais lindo que este mundo já viu.



2/23/2014

quem não tem cão, planta com gato

Já tinha formulado aqui alguns dos meus desejos (ou deverei dizer decisões?) para este ano.
A parte de não comer carne comecei hoje.
O doutoramento anda sobre rodas e mais mês menos mês digo-lhe: acabei(-te). A parte do bebé ainda vai esperar mais algum tempo mas a horta começou a semana passada, aos pouquinhos.

Sim, vivemos num prédio, não, não temos terraço, mas temos uma varanda ultra solarenga que me parece que se vai tornar no mais bonito jardim que esta cidade já viu. Começamos passo-a-passo, que somos novos nestas andanças. Dois vasos de flores e um de menta (que a Bel diz que é ela, e as flores são os pais).
Na próxima semana planeamos comprar vasos bem grandes e plantar ervas de cheiro. Depois um tomateiro. A seguir morangos. E qualquer dia, vocês chegam aqui e já estou a distribuir legumes.



2/13/2014

Meio caminho andado para a felicidade

Depois de dois anos e tal de experimentação e tentativa-e-erro, a lutar contra o cansaço e à procura de fórmulas mágicas para me revitalizar após cada noite com um novo ser humano em nossa casa, cá vai a fórmula mágica:

Ir para a cama à mesma hora que ela. Deitar-me às nove e meia da noite e acordar a cada manhã com o sorriso de vingança de quem acaba de regressar de uma semana e meia de férias numa ilha grega em regime de pensão completa. Ámen.


2/04/2014

You are beautiful!

 No espelho, no frigorífico, no guardanapo, dentro da carteira.

Mensagens que vão aparecendo, para mim, para ele, para ela.

Tem um bom dia, you are beautiful, amo-te tanto, amo-me tanto.

Ela não sabe ler, é verdade, mas quando vê estas mensagens sorri. E quando isso acontece eu podia jurar que percebe cada letra.



1/29/2014

aprender inglês aos dois e picos

R- Hoje vamos de metro que está a chover
B- Oh yes!
(ai que linda!)

R- Larga o Ruca que a sopa está a arrefecer
B- Piiiiiizzzzeee mãe!
(ena que esperta)

- Preferes massa ou arroz?
- Blue!
(wtf?)


1/25/2014

a minha filha é isto ( e mais)

Li isto pela net (está mais em baixo, a seguir ao post), e identifiquei-me com cada afirmação. Quando engravidei, nunca na vida sonhei que dormiria com ela, desde o dia em que nasceu. Até comprei berço, colchão, as mantinhas a condizer com a cortina e sabe-se lá mais que apetrechos que nunca me serviram para coisa nenhuma. E que me acerte um raio se alguma vez sequer suspeitei que estaria a amamentar passados mais de dois anos.
Conheço algumas pessoas que também sentiram o mesmo, e vivem o mesmo.
A maioria das pessoas, porém, acha que sou meio hippie-freak ou com problemas em dizer 'não' à minha filha, quando, na sua essência, o que estou a fazer é deixar que a natureza diga quando e como este vínculo se vai alterar.
Antigamente as mães amamentavam até aos 6 anos. Os filhos iam chegando e elas davam mama aos que pediam, em escadinha, não havia dinheiro para leite de vaca e muitas vezes uma sardinha era o jantar de sete. Aí, o leite materno era visto como uma dádiva sagrada que permitia que as mães nutrissem os seus filhos com o que de melhor e de mais puro tinham, até que eles quisessem. (Que parvoíce a delas, será?)

Também fiquei a saber há pouco tempo que só pela época da revolução industrial é que se começaram a fazer casas com quartos separados para os filhos. Ainda hoje, em várias culturas orientais, os pais dormem com os filhos até que eles se sintam preparados para dormir sozinhos.

Tenho uma irmã e sei que ela quis dormir com os meus pais até muito tarde. Ao contrário, eu sempre quis dormir sozinha na minha cama, sem precisar que ninguém me adormecesse.
Os meus pais supriram as diferentes necessidades de cada filha com aquilo que cada uma necessitava. Como pode então haver uma fórmula mágica para todos os bebés? Porque é que a minha filha deveria estar a dormir num quarto sozinha se o que a conforta é dormir comigo?
E se a minha filha ainda precisa de mamar, porque é que a cada dois dias me estão a sugerir que ponha borras de café nas mamas para que ela as rejeite? O meu leite faz-lhe mal e o leite industrial de vacas geneticamente alteradas faz-lhe bem?
Não me preocupam, nem perco tempo a pensar, nas escolhas informadas das outras mães, a sério, importa-me zero que escolham dar de mamar a vida toda ou que nem queiram ter essa experiência, se for isso que desejam. Cada mãe é uma mãe, assim como cada bebé é um bebé.
A mim chateia-me é que a cada duas por três, pessoas que nem conheço vejam a minha filha a mamar e, como quem me vem perguntar as horas, perguntem a sua idade e ao confirmarem a suspeita de que já tem mais de um ano me bombardeiem com recomendações, sujestões e outras coisas que dão vontade de dizer palavrões.
Eu não vejo ninguém a ir dar conselhos aos pedintes da rua. Não vejo estas pessoas a opinar aos carteiristas sobre melhores formas de vida nem a ir dizer aos pais que estão colados aos telemóveis enquanto os miúdos fazem birras de meia-noite que ponham borras de café nos telefones e vão dar beijos aos rebentos. Então, porque é que não me deixam em paz? Se o leite das mães deixasse de ser bom um dia, as  maminhas vinham com prazo de validade.


"Não. Os bebés não são como nos é dito. Os bebés não gostam de dormir num berço. Rodeados por grades. Presos numa gaiola. Não. Os bebés querem dormir ao lado do corpo da sua mãe, quentes, seguros, protegidos, amados, tocados. Não. Os recém-nascidos não querem nem sequer estar numa posição horizontal. Eles querem dormir no seu peito, na vertical, balançando-se ao som do seu coração. Horizontalizados retardam a digestão, têm vómitos, bolsam, têm cólicas, assustam-se, sentem-se vulneráveis. Não. Os bebés não se acostumam aos braços: nascem já acostumados. Desde o início sabem bem o que é bom. Não. Os bebés não dormem toda a noite. Eles acordam a cada minuto. Para comer e para não comer. Para verificar se está ao seu lado e se se importa. Para certificar-se da sua presença, que é a sua segurança. Para tocá-la e cheirá-la. Não. Os bebés não querem ficar sozinhos. Eles não querem perdê-la de vista por um minuto, querem estar consigo no centro da vida. Não. Os bebés não querem brincar sozinhos num parque. Eles querem brincar consigo, sorrir, serem atendidos, treparem-te para cima, rastejarem pela sala. Não. Os bebés não querem beber leite de outra espécie. Eles querem o seu leite, que sabe a mamã. Não. Os bebés não querem chuchar todo o dia um pedaço de plástico. Eles querem chupar os seus seios, as suas pequenas mãos, os seus dedos... pele humana. Não, os bebés não querem que os vistam, nem que lhes coloquem tecidos que picam, nem brincos nas orelhas, roupas apertadas, fitas, rendas e outras coisas irritantes. Eles querem estar nus, correndo descalços, apreciando o toque da natureza na sua pele, estar pele com pele consigo. Não. Os bebés não querem ficar parados. Eles querem que se mova, que mexam neles, que os embalem, que ande, passeie e os leve consigo. Assim que eles podem, querem gatinhar, correr, saltar, explorar, chegar a toda a parte... Sim, os bebés são naturalmente curiosos. Eles querem e precisam tocar em tudo. Incluindo aquelas coisas que a vêem usar: comandos, relógios, telefones, computadores... A sua riqueza sensorial desenvolve-se a partir daí. Sim. Os bebés aprendem o que vivem. Se estão sempre a ouvir "não", estarão sempre prontos para dizerem não. Se tem medo de tudo, em breve terão medo de tudo. Não. Os bebés não são macro-exigentes. Nós é que somos micro-pacientes, micro-tolerantes, micro-disponíveis e micro-respondedores. Não. Os bebés não querem que os deixem. Eles querem ir consigo a todos os lugares, você é o seu exemplo, a sua segurança, a sua referência, o seu único universo. Goste ou não goste, assim são os bebés humanos, primatas, mamíferos. Se quiser confirmar, basta ter um. Nenhuma outra espécie desconhece e prejudica tanto as suas próprias crias. Se queremos um mundo um pouco mais humano, faríamos bem em entender isto. Não é como nos disseram "Eles são infinitamente melhores e mais inteligentes." Quem quer que visse estes filhotes diria: que espécie tão avançada! E como é que eles se tornaram no que são?" ( http://mimitosdemama.es/no-son-como-nos-lo-contaron/)

1/23/2014

gira o disco.

E pronto. Nada de novo. Faz frio, mas o sol brilha. Valha-nos os passeios planos e a ausência da calçada portuguesa. Discute-se o jantar, passa-se a ferro, deita-se a criança. Sai-se cedo, trabalha-se de casa durante o dia e ao serão. Há aulas de catalão às segundas, quartas e sextas. As horas úteis do dia são todas milimetricamente contadas e dedicadas a tarefas. As horas nocturnas têm o destino que a Isabel lhes quiser dar. Limpa-se dedadas de chocolate dos livros e dos vidros. Aprendem-se coisas  novas todos os dias, das duas línguas que por cá se falam a coisas tão pouco relacionadas com o panorama doméstico como neural networks ou análise de dados fisiológicos. Mudam-se fraldas e ensina-se que o sítio do cocó é na sanita. Ás vezes dá para parar uns minutos e relembrar os dias gloriosos em que às sete da tarde me podia esticar no sofá e ler um livro que não tivesse de ler. Então ou vem um choro, ou começa a queimar o jantar. As memórias dissipam-se imediatamente e a rotina recomeça.


1/19/2014

era uma vez uma diva, #10

Era uma vez uma diva, que era tão diva, tão diva, tão diva, que...

após mergulhar a cara em gelado de chocolate, quando se vê ao espelho pestaneja sedutoramente e exclama 'batôn!'




1/13/2014

Um post para todos os humanos com computadores e bebés com gostos parvos.

E foi assim. um computador dos bons, um Mac Book Pro em cima do sofá, a dar o parvo do Ruca. Um biberão cheio de papa. A Isabel. Uma casa de banho. A ausência da mãe por um segundo. E foi então que aconteceu. O flagelo. O sacrilégio. A provocação. O acto maior de desafio ao meu amor e dedicação plena e incondicional. O teclado afogado em papa. Letras que uma a uma diziam adeus à existência e encontravam a eterna paz submersas na imensidão da mistura do leite com farinha láctea. Primeiro o M, o E depois o R o D e o A e um ponto de exclamação a seguir. Olhar-lhe para os olhos. Mas olhar bem no fundo daquela alma de 87 centímetros e evocar todas as razões e mais alguma para não me tresloucar. Ir buscar um disco à pressa e salvar o que podia ser salvo, enquanto os últimos estalidos do computador revelavam uma aproximação ao fim, ao túnel e à famigerada luz que lá há ao fundo. Nervos. Barriga a doer. Lágrimas nos olhos. A imagem de mais de mil euros afogados em papa. Respira. É só um bebé. Respira. É a tua filha. Respira. Ela não sabe o que faz. Resp.... pápa mãe. HEIN?! AHAHAH. O Ruca mãe, a Bel deu papa.
O Ruca. Sempre o parvo do Ruca. A minha intuição. Afinal havia um bom motivo para nunca ter conseguido gostar dele.

1/09/2014

noites.

O Papão-vai-t'embora, João pestana, Vitinho... todos passam pelo quarto dela à noite. O pior?!
O pior é que invariavelmente se deixam ficar para uma festa de pijama.

1/04/2014

alignment.

No ano em que fizeste 1 ano eu fiz 28 anos. 28: 2+8=10 10: 1+0 = 1
No ano em que fizeste 2 anos eu fiz 29 anos. 29: 2+9=11 11: 1+1= 2
No ano em que fizeres 3 anos eu farei 30 anos. 30: 30+0 igual a 3.

Em numerologia, quando tu nasceste, recomecei-me.

Afinal isto é bem mais que simbólico. 

Nos números e na vida, para toda a vida, não podíamos estar mais alinhadas.







12/18/2013

C'oa breca.

É.. Um paradoxo lixado quereres que a tua filha seja espertalhona e desenrascada e ficares literalmente gelada quando, com os seus mini dedos, alarga o cinto de segurança da cadeira do carro para se escapar da mesma em plena auto-estrada estando tu sozinha a conduzir.

Esqueçam a diva.
Her middle name is Gyver. Belgyver.




12/04/2013

dia de renascer

Um dia bom. Um dia extremamente bom. Um dia que acolheu acontecimentos suficientes para tornar boa uma vida inteira.
Nasceram dois bebés de duas mulheres que eu amo.
Nasceu ainda neste dia (ainda que há mais anos) a mãe da minha irmã de alma.
E casou uma das minhas amigas mais preciosas e bem guardadas.
Foi um dia em que tudo aconteceu em diferentes partes do mundo: Barcelona, Escócia, Moçambique e Áustria.
E aconteceu precisamente na altura em que, pela primeira vez em quatro meses, regressámos a casa.
Este dia vibrou e pulsou boas energias. Foi um dia para renascer, um dia de renovar. 
E neste dia tão especial, enquanto tudo de tão bom acontecia, nós passeámos as duas.
Não fizemos muito mais. Hoje escolhemos ver a vida a acontecer.







12/01/2013

lá está.

E então, pela enésima vez, a vida confirmou-me que nunca, mas nunca, me deixa ficar mal.
Depois de escrever isto e de me recordar a mim mesma que quando as coisas nos correm mal é porque podem correr melhor se mudarmos de estratégia, eis que nos aparece, já confirmada, uma nova casa mil vezes melhor do que esta que nos estava a custar tanto conseguir. E com paredes, senhores, a nova casa tem paredes!

Story of my life: confiar, confiar e confiar mais um bocadinho. Na vida e nas suas respostas encobertas. Agradecer quando as coisas correm bem e confiar ainda mais quando não correm como eu gostaria.

Fazer o melhor que posso e sei, e entregar o resto às forças que desconheço.

O resto acontece. Simplesmente.