UNDYING
LOVE: South Carolina man, 78, wears sandwich board to help wife of 57
years in search for life-saving kidney. She was born with only one
kidney, and late this summer, it was failing. Her husband wasn't a
match. This exposure actually got them the media attention needed and
they found a match. (Text and photo from Collectibe Evolution)
Esta notícia (em que um dos membros do casal estava disposto a dar uma parte de si para salvar o outro) não foi a primeira que vi.
A primeira vez assisti ao vivo, quando uma pessoa muito próxima foi operada e a companheira de quarto tinha tirado um rim para dar ao marido. Aqui em Portugal. No hospital de Santa Cruz.
Esta realidade foi muito brusca. Nunca tinha pensado nisso. Demasiado forte. Demasiado amor. Demasiado risco. Demasiado tudo.
Depois penso...
Quando olhamos para uma pessoa nos olhos e percebemos que, de entre biliões de pessoas que há no mundo, aquela é definitivamente a 'certa' para nós, fará sentido não dar tudo, mesmo que uma parte de nós, por e para ela?
Companheirismo e compromisso será isto? Ou haverá uma fronteira que, mesmo na saúde e na doença, não se ultrapassa?
3/29/2014
3/26/2014
Era uma vez uma diva, #13
Era uma vez uma diva, que era tão diva, tão diva, tão diva que...
Passeando com o seu séquito pela avenida, ao esbarrar-se com toda uma multidão em meia-lua a aplaudir e uma banda a tocar, a diva salta do colo de quem a carrega e dá início ao seu próprio show.
Afinal, tanta gente reunida só poderia estar à espera dela.
Passeando com o seu séquito pela avenida, ao esbarrar-se com toda uma multidão em meia-lua a aplaudir e uma banda a tocar, a diva salta do colo de quem a carrega e dá início ao seu próprio show.
Afinal, tanta gente reunida só poderia estar à espera dela.
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Era uma vez...
3/24/2014
E a horta, como vai?
Esta mini horta vertical ainda está a dar os primeiros passos mas foi das melhores coisas que nos lembrámos de fazer. Lançámos o projecto ao universo e, no dia seguinte, encontrámos ao lado do contentor da reciclagem uma palete de madeira toda pintadinha de verde em excelente estado (o suporte ideal para encher de vasos).
Pegámos numa data de garrafas que estavam prestes a ir para reciclar, cortámos o fundo, fizemos uns furinhos e voilá - habemus vasos!
Depois foi a loucura e a descoberta total. Encher de terra, explicar o que são sementes (a Bel achava que estava a pôr sal na terra, como na comida), regar e deixar ao sol.
Agora é esperar e ir todos os dias visitar os vasos para ver o que acontece. E não é que aconteceu?
São nabiças. E não há dia que se saia desta casa sem lhes dizer 'tá-tá' primeiro.
Pegámos numa data de garrafas que estavam prestes a ir para reciclar, cortámos o fundo, fizemos uns furinhos e voilá - habemus vasos!
Depois foi a loucura e a descoberta total. Encher de terra, explicar o que são sementes (a Bel achava que estava a pôr sal na terra, como na comida), regar e deixar ao sol.
Agora é esperar e ir todos os dias visitar os vasos para ver o que acontece. E não é que aconteceu?
São nabiças. E não há dia que se saia desta casa sem lhes dizer 'tá-tá' primeiro.
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Maternidade
3/20/2014
Filosofia do elevador
A vida é como um elevador.
E as pessoas que, cheias de pressa, passam à frente das outras para serem as primeiras a entrar, são as que acabam por ficar lá atrás e, por conseguinte, são as últimas a sair.
(pensamento altamente profundo e filosófico que me ocorreu hoje no elevador da estação de metro)

foto daqui
E as pessoas que, cheias de pressa, passam à frente das outras para serem as primeiras a entrar, são as que acabam por ficar lá atrás e, por conseguinte, são as últimas a sair.
(pensamento altamente profundo e filosófico que me ocorreu hoje no elevador da estação de metro)

foto daqui
3/19/2014
OH MY BLOG! Do Not Talk Nerdy To Me
Com um nome tão giro e apelativo e conteúdos que não ficam nada atrás, o Do Not Talk Nerdy To Me (http://dntn2m.wordpress.com) é um blog de serviço público. Porquê?
Porque em tempos como os de hoje, em que é mesmo verdade que a vida não está fácil e em que todos apregoam a necessidade de sermos criativos, de pôr mãos à obra e construirmos as nossas próprias vidas, poucos sabem como o fazer e quais são, afinal, as bases para se ser empreendedor.
A Sílvia faz investigação na área do empreendedorismo e, como boa empreendedora que é, criou este blog em que dá a conhecer as últimas novidades científicas nesta área, sempre numa linguagem acessível e não-nerd, a par com outras rubricas muito úteis como o Friday tip (dicas para viver melhor, pensar melhor, e fazer melhor).
Eu gosto muito da leveza deste blog e da energia não-estática que lhe é tão característica.
É um blog super dinâmico em que se dá e se recebe, que convida todos a participar e a partilhar vivências e opiniões.
Para todos os que querem ser ou conhecer melhor isto de se ser empreendedor, têm aqui um excelente ponto de referência, escrito por quem sabe e integra uma das melhores equipas do nosso país a nível de investigação na área.
Então, arregacem as mangas e vão lá espreitar o blog, vão ver que saem de lá, no mínimo, inspirados e cheios de vontade de ser (ainda mais) fazedores!
Nome: Sílvia Costa
Idade: 27 anos
Profissão: Investigadora
De que trata o teu blog?
O Do Not Talk
Nerdy To Me é em primeiro lugar um blog pessoal. É um espaço onde gosto de
reflectir sobre vários assuntos, partilhar a minha opinião pessoal sobre eles e
esperar por reacções. Recentemente, cheguei à conclusão de que os meus gostos,
a pessoa que sou e a minha profissão têm algo em comum: adoro observar tudo o
que se passa à minha volta. O Do Not Talk Nerdy To Me fala destas minhas
observações. Por um lado fala na minha actividade como investigadora na área do
empreendedorismo e, por outro, sobre como o “pensar fora da caixa” pode mesmo
ser uma solução para muitos dos obstáculos que a nossa geração enfrenta.
Tudo isto numa
linguagem não nerd, isto é, não técnica mas acessível e fácil.
Qual é a tua maior motivação para o manteres?
A maior motivação
para manter o blog é encontrar outras pessoas que partilhem das minhas ideias
ou que me dêem perspectivas novas e diferentes sobre os assuntos que proponho
discutir. É escrever e pôr as minhas ideias cá fora, mesmo que ninguém leia. É
partilhar experiências sobre investigação, dizer aos investigadores que vão
começar os seus doutoramentos agora aquilo que eu desejava que me tivessem dito
a mim. É reflectir sobre como todos nós temos um pensamento inovador e
empreendedor dentro de nós e o que fazemos com ele ao longo do tempo (como o
aproveitamos ou desperdiçamos). Tudo isto me faz escrever, me inspira e
motiva-me para manter o blog.
Já sentiste obstáculos ou algum ponto menos
positivo nesta aventura de ter um blog?
Nunca tive um
episódio menos bom. Por vezes a inspiração não aparece para novos posts. Outras
vezes só tenho pena de não ter mais tempo para lhe dedicar!
O que aconselharias a alguém que está a começar um
blog?
Escrevam para
vocês. Um blog é público mas não devemos esperar que tenha a mesma “audiência”
de um canal de televisão. Quem gosta lê, quem não gosta não lê e é assim que
deve ser. Eu sinto que os posts que escrevo com dicas ou que falam da minha
experiência pessoal têm uma aceitação muito boa. Acho que quem lê um blog quer
sentir-se identificado com o escritor do mesmo e perceber que não está sozinho
neste ou aquele assunto ou opinião.
Vale a pena ter um blog?
Para mim sim. O
blog ajuda-me a escrever numa linguagem simples aquilo que muitas vezes tenho
de escrever em “cientifiquês”. O Do Not Talk Nerdy To Me ajuda-me a transmitir
reflexões e ideias que de outra forma só seriam discutidas com outros
investigadores mas que eu quero dar a conhecer a toda a gente! Todos nós
aprendemos algo novo todos os dias e um blog é um excelente lugar para
partilhar essas aprendizagens com quem quiser ler e ensinar-nos algo em troca.
Obrigada Sílvia!
Obrigada Sílvia!
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OH MY BLOG!
3/17/2014
praia.
Ela pediu, nós fomos. Praia, finalmente. Ainda que vestidas, ainda que sem mergulhar, praia é sempre praia. Sol é sempre sol. Ver-lhe os olhos cheios de mar é qualquer coisa que não se explica. Ela é da praia, não tenho dúvida. Fica luz, fica serena, fica maior. Muda. É qualquer coisa que não se explica. Ela pediu, nós fomos. Praia, finalmente. Ainda que vestidas, ainda que sem mergulhar, praia é sempre praia. Sol é sempre sol.
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Maternidade
3/15/2014
as minhas fortunas perdidas.
Quando estou a adormecê-la surgem-me as melhores ideias. A sério!
Há pouco, entre uma cantiga e um pé na cara, surgiu-me a ideia genial de fazer um blog sobre origami com e para crianças. Seria o mommygami. Nome e tudo, hein!? Era giro, não era?
Era pois, mas já existe. Um livro editado. Com o mesmo nome.
Este ano vi-as à venda.
A minha fortuna perdida, parte I
A minha fortuna perdida, parte II

Moral da história:
Assim que tiveres uma ideia põe-na cá para fora, arregaça as mangas e põe-na em prática. Immediately, if not sooner.
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cochichos
3/14/2014
It's a no go
Andamos numa azáfama a ver escolas, que çô dona Bel tem de entrar no ensino primário em Setembro (aqui começam com 3 anos e vai até aos 12).
Fomos ver uma que, além de ter 7 andares, grades por todo o lado e crianças fardadas, tinha este sinal colado em todas as paredes:
E em todas as salas só se ouvia 'ssshhhhh'. Uma criança ria e lá vinha o 'ssshhhhh'.
Fez-me uma pena dos diabos ver aquelas crianças passarem o dia a ser reprimidas desta forma… Quero muito que a Bel ande na escola, gosto e sei que ela adora passar o dia com gente do tamanho dela a fazer disparates e actividades que não faria em casa.
Mas é isso que eu espero de uma escola para miúdos deste tamanho. Que os deixem disparatar o dia inteiro, brincar, rir, falar, e gritar se for preciso. Não espero silêncio, nem modos irrepreensíveis à mesa, nem alfabetização antes dos cinco anos. Tenho tanto medo deste regime rebanho que nos amputa as ideias e a criatividade...
As crianças têm cada vez mais pressões, tal como os adultos, para se encherem de informação que serve de pouco. Eu, por exemplo, ando a estudar desde os 5 anos mas se amanhã houver um terramoto e este sistema for ao ar serei das primeiras a ir desta para melhor. E isto preocupa-me mesmo muito. Viver na ilusão que sei muita coisa, mas que na hora H o que sei não me salvaria nem à minha família.
E é nestas alturas que fazia a mala, ou melhor, não levava mala nenhuma, e íamos todos viver uns meses no campo com gente que é da terra para aprender a (sobre)viver.
3/13/2014
anémona.
O meu vizinho de cima tem a idade mental de uma anémona em formação. Passa a vida a gritar com a filha e eu, um destes dias, queimo-lhe os lençóis que me estende em cima da varanda. Tenho dito.
3/12/2014
Mas onde é que tu andas, Rita?
Eu? Eu ando com tanto trabalho que nem tenho tempo de apertar os sapatos.
Só páro mesmo quando é HB (hora da Bel), aqueles momentos entre as 16h e as 21h em que percebo porque é que faz sentido andar a correr o resto do dia.
É neste intervalo que fazemos tudo a que temos direito: parar, respirar, viver.
E ontem foi um dia mesmo bom.
Descalcei-me, sentei-me na relva e recebi o presente mais lindo que este mundo já viu.
Só páro mesmo quando é HB (hora da Bel), aqueles momentos entre as 16h e as 21h em que percebo porque é que faz sentido andar a correr o resto do dia.
É neste intervalo que fazemos tudo a que temos direito: parar, respirar, viver.
E ontem foi um dia mesmo bom.
Descalcei-me, sentei-me na relva e recebi o presente mais lindo que este mundo já viu.
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Maternidade
3/08/2014
3/05/2014
Carnaval BCN
Não é o carnaval do Rio mas o que vi por cá não deixou nada a desejar.
Cortejos coloridos, confetis, malabarismo, bobos e, mais uma vez, integração.
Pessoas com mobilidade reduzida também participam nos cortejos e são protagonistas desta festa.
Há espaço para todos e todos têm o seu lugar.
Já vos disse que gosto mesmo desta terra?
Cortejos coloridos, confetis, malabarismo, bobos e, mais uma vez, integração.
Pessoas com mobilidade reduzida também participam nos cortejos e são protagonistas desta festa.
Há espaço para todos e todos têm o seu lugar.
Já vos disse que gosto mesmo desta terra?
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Barcelona
3/01/2014
Tudo na vida tem um limite
Uma coisa é no primeiro ano do bebé dizermos a sua idade em meses.
Outra coisa é estar um puto todo desenvolto a trepar uma corda, perguntares a idade à mãe para fazer conversa e ela responder que tem trinta e oito meses e uma semana.
Outra coisa é estar um puto todo desenvolto a trepar uma corda, perguntares a idade à mãe para fazer conversa e ela responder que tem trinta e oito meses e uma semana.
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