Quando as birras dos filhos dos outros não são prontamente resolvidas pelos pais, trazem sempre comentários do tipo: 'como é que eles permitem?', 'que miúdo mal educado', 'pais permissivos dá nisto'.
Quando os pais entram em acção e se ouve um ralhete ou dois saiem comentários como 'poxa, é só uma criança', 'pudera!... com pais assim', 'há pessoas mesmo nervosas'...
Eu própria tantas vezes, antes de ter filhos, julguei pais, crianças e formas de educar. Até que dou por mim a ser posta à prova.
A minha bebé, o meu anjinho sempre feliz e sorridente de canudos dançarinos... agora berra. Grita. Ela diz não. Ela diz 'não-não-e-não'. Ela bate com os pés e chora e faz um trinta e um por motivos tão importantes para a sua existência como eu não lhe dar as chaves de casa para a mão.
E se às vezes um abraço cura tudo e eu até acho graça (e ali fico orgulhosa a assistir a birras e a pensar 'ai, que personalidade forte'), outras vezes dou por mim muito séria a dizer-lhe 'Isabel, estás a ser infantil', sendo que a Isabel em questão ainda nem dois anos tem... Fundamentalmente é uma fase.
Uma fase trolaró mas é uma fase, e tenho de respeitar, honrar e valorizar a sua importância para a formação dela (mas ninguém me tira da ideia que ter um irmãozinho ia acalmar as coisas).
As birras são boas. Dolorosas mas boas. Têm o seu papel e cumprem uma missão, como as contracções no trabalho de parto.
Mantra da semana: this too shall pass.
6/30/2013
6/28/2013
6/26/2013
6/24/2013
Salada de Figo e Feta
Bebé doente significa muito cansaço, muita preocupação, ter o coração nas mãos e as horas de sono em fila de espera para o dia em que ela melhorar.
Ter um bom pai em casa é repartir tudo isto e multiplicar forças com gestos pequeninos que me fazem (mesmo) muito bem.
Saiu para comprar pão, apareceu-me com três figos e uma ideia.
Daqueles figos que apanhamos na meninice, sem ninguém ver, subimos árvores, esfolamos joelhos, e comemos até a barriga doer.
Daquelas ideias de fazer crescer água na boca enquanto esperamos que ganhem forma.
Valeu a espera :-)
Fez-me esta salada: Figos, alface e queijo feta. Deliciosa. É só cortar e misturar os ingredientes, temperar com azeite e vinagre balsâmico.
O amor também é feito disto.
Ter um bom pai em casa é repartir tudo isto e multiplicar forças com gestos pequeninos que me fazem (mesmo) muito bem.
Saiu para comprar pão, apareceu-me com três figos e uma ideia.
Daqueles figos que apanhamos na meninice, sem ninguém ver, subimos árvores, esfolamos joelhos, e comemos até a barriga doer.
Daquelas ideias de fazer crescer água na boca enquanto esperamos que ganhem forma.
Valeu a espera :-)
Fez-me esta salada: Figos, alface e queijo feta. Deliciosa. É só cortar e misturar os ingredientes, temperar com azeite e vinagre balsâmico.
O amor também é feito disto.
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6/22/2013
Die Gastro, dieeeeeeeee!!
Gastroentrite viral... covarde que nem forma tens... podias atacar todas as pessoas do mundo...
a mim, ao Alberto, agora... a minha filha?
Não sabes mesmo com quem te vieste meter...
Corre enquanto é tempo!
Depois não digas que não te avisei.
a mim, ao Alberto, agora... a minha filha?
Não sabes mesmo com quem te vieste meter...
Corre enquanto é tempo!
Depois não digas que não te avisei.
6/20/2013
Bolo fofo de mirtilos e baunilha ♥
Este bolo é delicioso. Fi-lo hoje pela primeira vez e é um forte candidato a bolo do ano.
Por ter mirtilos de Grândola dedico-o a todas as mulheres alentejanas (mulheres cheias de raça) e a três delas em especial (que tanto me inspiram nesta jornada da maternidade) que celebraram o seu aniversário recentemente:
Marisa, Belinda, Soraia, este bolo é para vocês :-) (com a vantagem de ser eu a comê-lo, ahahahah)
♥ Muitos anos de vida ♥
Do que precisam:
- 125 g de manteiga
- 100 g de açúcar
- ¼ de colher (chá) de sal
- 1 colher (chá) de essência de baunilha
- 2 gemas de ovos
- 200 g de farinha de trigo
- 1 colher (chá) de fermento em pó
- (80 ml) de leite
- 2 claras de ovos
- 4 colheres (sopa) de açúcar
- 225 g de mirtilos frescos ou descongelado
- 1 colher (sopa) de farinha de trigo
- 1 colher (sopa) de açúcar
Preaquece-se o forno a 180ºC. Unta-se e enfarinha-se uma forma.
Bate-se a manteiga e 100 g de açúcar até obter uma mistura fofa. Acrescenta-se o sal e a baunilha. Separa-se os ovos e reserva-se as claras. Adiciona-se as gemas ao açúcar amanteigado. Volta-se a bater até formar um creme.
Junta-se 200gr de farinha com o fermento. Adiciona-se, alternadamente, o leite e as gemas de ovo.
Envolve-se os mirtilos em farinha (para não irem ao fundo enquanto o bolo coze) e acrescentam-se à mistura.
Numa outra tigela batem-se as claras em castelo até obter picos suaves. Acrescentam-se 2 colheres (sopa) de açúcar, 1 colher (sopa) de cada vez, e volta-se a bater até ficar firme.
Com cuidado, acrescentam-se as claras à massa do bolo.
Despeja-se na forma preparada. Polvilha-se com 1 colher (sopa) de açúcar e vai a cozer por 50 minutos.
Enjoy :-)
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hey! stop playing with food.
Os meus pais sempre me disseram para não brincar com a comida.
Com a minha avó a conversa era outra.
Tudo se fazia com comida: cisnes com miolo de pão molhado, brincos com cerejas aos pares, gomos de laranja davam belos sorrisos.
Em minha casa há-de sempre brincar-se com a comida.
E hoje a moda repete-se com os mirtílos, nos seus últimos momentos de vida.
Com a minha avó a conversa era outra.
Tudo se fazia com comida: cisnes com miolo de pão molhado, brincos com cerejas aos pares, gomos de laranja davam belos sorrisos.
Em minha casa há-de sempre brincar-se com a comida.
E hoje a moda repete-se com os mirtílos, nos seus últimos momentos de vida.
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6/19/2013
#6
6/18/2013
Centro de saúde da Parede
(tanto sinal de avariado num sítio onde é suposto ficarmos a funcionar não pode ser um bom prenúncio)
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6/13/2013
Edamame 枝豆
Comprei no outro dia aos meus amigos japoneses aqui mesmo perto de casa esta leguminosa rara chamada edamame (eda = "galho", e mame = "grão, feijão"). Está cheio de proteínas e propriedades importantes como omega-3 e ácido-fólico (grávidas, toca a comer!).
No Japão é tão comum como são para nós as azeitonas. Parece-se a vagens de ervilhas e tem lá dentro qualquer coisa parecida a favas bebés. Basicamente é soja, em grão. Cá em Portugal encontra-se embalado em sacos, congelado, e basta cozinhar em água a ferver por uns 5 minutos. A forma de comer é que gerou discussão entre o casal japonês que me vendeu o edamame. Ela acha que se deve cozer, descascar à medida que se come e que não precisa de tempero nenhum. Ele promete que fica muito melhor cozer, descascar logo tudo, juntar umas pedrinhas de sal e comer depois.
Eu descasquei, juntei sal (muito pouco) e bom azeite (a la tuga). Aprovámos.
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6/12/2013
6/10/2013
Esta pessoa que eu conheci.
Era feriado, o dia até estava bom. A testa da minha filha arrefecia, o sol estava quente, o mar calmo. A vida corria sem sobressaltos, sem grandes alegrias, sem grandes tristezas, um decorrer de horas quase enfadonho que confirmava a previsibilidade dos hábitos que se instalam. E então ela apareceu. 28 anos, como eu. Bonita, cheia de pinta, lábios grossos, alta, magra, divertida, comunicadora. Há uns anos resolveu tentar a sorte noutro continente, arranjou emprego, namorado, casa, planos para uma vida perfeita. Sorriso fácil, voz doce e baixa, quase sussuro. É educadora de infância e filha de amigos dos meus pais. Está de regresso a Portugal por tempo indeterminado. Motivo: cancro.
A minha idade. A vida a começar.
Merda para as tardes enfadonhas e para os hábitos instalados. A vida merece que se viva.
A minha idade. A vida a começar.
Merda para as tardes enfadonhas e para os hábitos instalados. A vida merece que se viva.
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6/07/2013
Era uma vez uma diva, take two.
Era uma vez uma diva, que era tão diva, tão diva, tão diva que...
Não contente em comer só a parte mais fofinha do queque que lhe dei, roubou todas as partes fofinhas de todos os queques que havia na caixa e deixou as sobras espalhadas pelo chão, para o caso de os seus súbditos também quererem provar.
Não contente em comer só a parte mais fofinha do queque que lhe dei, roubou todas as partes fofinhas de todos os queques que havia na caixa e deixou as sobras espalhadas pelo chão, para o caso de os seus súbditos também quererem provar.
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6/06/2013
Daily inspiration, 2
Caetano...
...como uma adolescente aos seus ídolos...
Respeito muito minhas lágrimas
Mas ainda mais minha risada
Inscrevo, assim, minhas palavras
Na voz de uma mulher sagrada
Vaca profana, põe teus cornos
Pra fora e acima da manada
Vaca profana, põe teus cornos
Pra fora e acima da man...
Ê, ê, ê, ê, ê, Dona das divinas tetas
Derrama o leite bom na minha cara
E o leite mau na cara dos caretas
Segue a "movida Madrileña"
Também te mata Barcelona
Napoli, Pino, Pi, Paus, Punks
Picassos movem-se por Londres
Bahia, onipresentemente
Rio e belíssimo horizonte
Bahia, onipresentemente
Rio e belíssimo horiz...
Ê, ê, ê, ê, ê,
Vaca de divinas tetas
La leche buena toda en mi garganta
La mala leche para los "puretas"
Quero que pinte um amor Bethânia
Stevie Wonder, andaluz
Como o que tive em Tel Aviv
Perto do mar, longe da cruz
Mas em composição cubista
Meu mundo Thelonius Monk`s blues
Mas em composição cubista
Meu mundo Thelonius Monk`s...
Ê, ê, ê, ê, ê,
Vaca das divinas tetas
Teu bom só para o oco, minha falta
E o resto inunde as almas dos caretas
Sou tímido e espalhafatoso
Torre traçada por Gaudi
São Paulo é como o mundo todo
No mundo, um grande amor perdi
Caretas de Paris e New York
Sem mágoas, estamos aí
Caretas de Paris e New York
Sem mágoas estamos a...
Ê, ê, ê, ê, ê,
Dona das divinas tetas
Quero teu leite todo em minha alma
Nada de leite mau para os caretas
Mas eu também sei ser careta
De perto, ninguém é normal
Às vezes, segue em linha reta
A vida, que é "meu bem, meu mal"
No mais, as "ramblas" do planeta
"Orchta de chufa, si us plau"
No mais, as "ramblas" do planeta
"Orchta de chufa, si us...
Ê, ê, ê, ê, ê,
Deusa de assombrosas tetas
Gotas de leite bom na minha cara
Chuva do mesmo bom sobre os caretas
...como uma adolescente aos seus ídolos...
Vaca Profana
Respeito muito minhas lágrimas
Mas ainda mais minha risada
Inscrevo, assim, minhas palavras
Na voz de uma mulher sagrada
Vaca profana, põe teus cornos
Pra fora e acima da manada
Vaca profana, põe teus cornos
Pra fora e acima da man...
Ê, ê, ê, ê, ê, Dona das divinas tetas
Derrama o leite bom na minha cara
E o leite mau na cara dos caretas
Segue a "movida Madrileña"
Também te mata Barcelona
Napoli, Pino, Pi, Paus, Punks
Picassos movem-se por Londres
Bahia, onipresentemente
Rio e belíssimo horizonte
Bahia, onipresentemente
Rio e belíssimo horiz...
Ê, ê, ê, ê, ê,
Vaca de divinas tetas
La leche buena toda en mi garganta
La mala leche para los "puretas"
Quero que pinte um amor Bethânia
Stevie Wonder, andaluz
Como o que tive em Tel Aviv
Perto do mar, longe da cruz
Mas em composição cubista
Meu mundo Thelonius Monk`s blues
Mas em composição cubista
Meu mundo Thelonius Monk`s...
Ê, ê, ê, ê, ê,
Vaca das divinas tetas
Teu bom só para o oco, minha falta
E o resto inunde as almas dos caretas
Sou tímido e espalhafatoso
Torre traçada por Gaudi
São Paulo é como o mundo todo
No mundo, um grande amor perdi
Caretas de Paris e New York
Sem mágoas, estamos aí
Caretas de Paris e New York
Sem mágoas estamos a...
Ê, ê, ê, ê, ê,
Dona das divinas tetas
Quero teu leite todo em minha alma
Nada de leite mau para os caretas
Mas eu também sei ser careta
De perto, ninguém é normal
Às vezes, segue em linha reta
A vida, que é "meu bem, meu mal"
No mais, as "ramblas" do planeta
"Orchta de chufa, si us plau"
No mais, as "ramblas" do planeta
"Orchta de chufa, si us...
Ê, ê, ê, ê, ê,
Deusa de assombrosas tetas
Gotas de leite bom na minha cara
Chuva do mesmo bom sobre os caretas
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6/05/2013
das casas, #5
Para mim, onde há águas furtadas, há artistas de pouca sorte. Há uns cobertores no chão a fazer de cama, prateleiras aos milhares cheias de pincéis, tintas, bisnagas. Há telas inacabadas, espátulas, cavaletes. Há um homem franzino de olhos vagos que passa os dias abraçado à sua arte, a viver o seu sonho tão íntimo e tão real que não precisa da aprovação de ninguém.
Ele não precisa das pessoas. E os dias vão passando. Semanas, meses, anos. Cá em baixo a vida passa, o sol brilha, as mulheres riem. Há vestidos curtos, cabelos ao vento, lábios grossos. Mas ele... ele só dá conta que existe mais gente no mundo ao fim do mês, quando a senhoria lhe bate à porta.
Ele não precisa das pessoas. E os dias vão passando. Semanas, meses, anos. Cá em baixo a vida passa, o sol brilha, as mulheres riem. Há vestidos curtos, cabelos ao vento, lábios grossos. Mas ele... ele só dá conta que existe mais gente no mundo ao fim do mês, quando a senhoria lhe bate à porta.
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das casas
#4
Irene preta
Irene boa
Irene sempre
de bom humor.
Imagino Irene
entrando no céu:
- "Licença meu branco?"
E São Pedro, bonachão:
"Entra Irene.
Você não precisa
pedir licença".
Manuel Bandeira (era o tempo em que a poesia vendia mais que um par de pernas.)
6/03/2013
Salada de bulgur e beterrada assada no forno com vinagre balsâmico
Bulgur é uma preparação feita com trigo que se parece ao arroz ou ao cuscus.
É bastante usada na culinária sírio-libanesa e na cozinha mediterrânica e uma opção excelente para fugir à rotina do arroz-massa-batata. O melhor é que é mesmo muito fácil de cozinhar. Quanto à beterraba já se sabe... tem benefícios que não acabam, que vão desde o fortalecimento do sistema imunitário à estimulação da circulação e produção de glóbulos vermelhos. Na Europa do Leste até se usa como complemento do tratamento da leucemia, devido à acção de limpeza do sangue.
A receita de hoje é o típico prato ao qual o homem da casa primeiro torce o nariz e depois repete até não haver mais. Hoje até a bebé gostou, e ficou a adorar beterraba (yes!!!).
Fica a receita - para 2 pessoas e meia :-)
Beterraba:
Usei duas beterrabas fresquinhas que comprei num mercado local. Descascam-se, cortam-se finamente e misturam-se com bastante azeite, um pouco de sal grosso e vinagre balsâmico. Assam-se no forno (de preferência num pirex com tampa ou, caso não tenham, numa travessa coberta com alumínio), a 210º durante cerca de 40 minutos. Enquanto a beterraba cozinha trata-se do bulgur:
Bulgur:
Fiz cerca de 5 mãos cheias. Deita-se numa panela e coze-se em água a ferver (o dobro da quantidade de bulgur) com um fio de azeite e um pouco de sal. Passados 10 minutos desliga-se o lume e junta-se um dente de alho finamente picado. Tapa-se a panela e reserva-se até as beterrabas estarem prontas.
Já estão? Agora é só misturar o bulgur com a beterraba, juntar mais um fio de azeite e oregãos. Bom apetite.
É bastante usada na culinária sírio-libanesa e na cozinha mediterrânica e uma opção excelente para fugir à rotina do arroz-massa-batata. O melhor é que é mesmo muito fácil de cozinhar. Quanto à beterraba já se sabe... tem benefícios que não acabam, que vão desde o fortalecimento do sistema imunitário à estimulação da circulação e produção de glóbulos vermelhos. Na Europa do Leste até se usa como complemento do tratamento da leucemia, devido à acção de limpeza do sangue.
A receita de hoje é o típico prato ao qual o homem da casa primeiro torce o nariz e depois repete até não haver mais. Hoje até a bebé gostou, e ficou a adorar beterraba (yes!!!).
Fica a receita - para 2 pessoas e meia :-)
Beterraba:
Usei duas beterrabas fresquinhas que comprei num mercado local. Descascam-se, cortam-se finamente e misturam-se com bastante azeite, um pouco de sal grosso e vinagre balsâmico. Assam-se no forno (de preferência num pirex com tampa ou, caso não tenham, numa travessa coberta com alumínio), a 210º durante cerca de 40 minutos. Enquanto a beterraba cozinha trata-se do bulgur:
Bulgur:
Fiz cerca de 5 mãos cheias. Deita-se numa panela e coze-se em água a ferver (o dobro da quantidade de bulgur) com um fio de azeite e um pouco de sal. Passados 10 minutos desliga-se o lume e junta-se um dente de alho finamente picado. Tapa-se a panela e reserva-se até as beterrabas estarem prontas.
Já estão? Agora é só misturar o bulgur com a beterraba, juntar mais um fio de azeite e oregãos. Bom apetite.
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6/02/2013
FAE
Ser mãe é deixar de fazer planos, de suspirar pelos festivais. Às vezes, ser mãe é andar tão cansada que te esqueces do concerto para o qual já tens os bilhetes há meses. É não haver grande diferença entre uma segunda ou uma sexta feira à noite. É comer com uma mão, acordar sempre cedo, é ter a vida toda confinada aos horários de uma pessoa de palmo e meio. Mas ser mãe é mais que bom, nada disto é uma queixa. Tirar proveito desta nova realidade é ajustar também a nossa disponilidade à oferta existente.
O ano passado fomos à feira do artesanato do Estoril. Barraquinhas, sardinha assada, concertos, espaço infantil. Um oásis para um jovem casal com um bebé que ainda nem andava. Este ano está quase aí e vamos repetir a experiência. Todos os fins-de-semana entre 27.06.2013 a 01.09.2013. Eu já estou aos pulos, como uma criança pequena em vésperas de natal.
O ano passado fomos à feira do artesanato do Estoril. Barraquinhas, sardinha assada, concertos, espaço infantil. Um oásis para um jovem casal com um bebé que ainda nem andava. Este ano está quase aí e vamos repetir a experiência. Todos os fins-de-semana entre 27.06.2013 a 01.09.2013. Eu já estou aos pulos, como uma criança pequena em vésperas de natal.
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